Bate e volta em São Paulo

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A minha semana em São Paulo foi curtíssima, deixando-me com a sensação de que partindo de lá eu tinha quebrado alguma parte importante da viagem, especialmente pelo o fato de que os últimos dois dias foram perdidos: eu e a minha irmã ficamos doentes. :/

Quando chegamos nem de longe o clima nos ajudou: assim que pousamos estava um calor horroroso. Fiquei realmente com pena dos paulistanos porque o problema não é só o Sol acabando com você, é a sensação térmica. Eu desidratei muito rápido, fiquei com a garganta inflamada e tinha dias em que o meu nariz ardia tanto que parecia que eu estava tendo algum ataque alérgico constante.

No sábado no horário da tarde realizei uma reunião com alguns dos leitores do Arqueologia Egípcia em um encontro intimista que ocorreu na Casa das Rosas, na Avenida Paulista, e que por mais incrível que pareça deu certo. Eu estava muito ansiosa em saber como seria o encontro, mas ocorreu tudo bem. Todos os que compareceram foram ótimos e gravamos o vídeo que esta disponível no canal do Arqueologia Egípcia.

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Foto @marciasandrine

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Foto @marciasandrine

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Foto @marciasandrine

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Foto @marciasandrine

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Foto @marciasandrine

No encontro com os leitores a Iara, garota que comentei no vídeo em que anuncio os motivos da ida para São Paulo, também compareceu e até participou das conversas 😀

No mesmo dia eu tinha ido mais cedo para a Livraria Cultura que não me encanta unicamente pelo o espaço e acervo, mas por sua história: tudo começou com uma moça e origem alemã chamada Eva Herz (1911-2001) que operava um minusculo negócio de empréstimos de livros na sala de sua própria casa. Aparentemente essa mulher tinha jeito para a coisa porque dois anos depois abriu a primeira Livraria Cultura na Rua Augusta onde desta vez vendia as obras. O seu filho herdou o negócio e ampliou o universo da mãe abrindo uma loja na Paulista e sendo o pioneiro no mercado brasileiro a vender livros pela a internet; quem contou-me esta história foi a minha mãe, quando externei para ela a minha preocupação em ter que gerenciar as vendas dos meus livros através do Arqueologia Egípcia. ❤

Márcia Jamille + Livraria Cultura

Foto @marciasandrine

O domingo foi reservado para o show do VAMPS que, nossa… Foi incrivelmente esmagador. CLARO que comentarei mais em um vídeo a parte. E na segunda-feira reencontrei a Iara para nos despedir e choramingar rememorando o maravilhoso show. Escolhi a Starbucks da Av. Paulista, próximo da Consolação para reencontrá-la (o ambiente é lindo e livre do cheiro de cigarro) e pedi um Refreshers de Frutas Vermelhas e um muffin de chocolate. Péssima escolha! Tudo ficou muito doce então deixei o muffin de lado e fiquei somente com o refreshers que estava ótimo.

No dia seguinte passei pelo MASP (e com tristeza ver que a estátua da deusa Hygéia não estava exposta desta vez… Minha peça favorita). Escolhi a terça-feira porque é o dia em que a entrada é franca e desta vez tive o raro prazer de não ver os vendedores de antiguidades tão típicos na entrada do MASP. Sou totalmente contra a venda de antiguidades por uma série de motivos e me revolta muito que o governo brasileiro seja tão maleável em relação a isso. E digo mais, eu já vi peças falsas serem vendidas por lá e sinceramente bem feito para quem compra.

MASP + Avenida Paulista + Márcia Jamille

Foto @marciasandrine

Mais tarde fui para o Bairro Liberdade onde aproveitei para conhecer a lanchonete vegana Broto de Primavera. Como gosto muito de “hambúrguer” de soja pedi a especialidade da casa, mas acabou não sendo do meu agrado; Achei o hambúrguer meio macilento e o molho muito viscoso. Mas o ambiente é bem agradável e o atendente super atencioso. Eles fazem cursinho para quem quer aprender sobre a culinária vegana. Se alguém tiver interesse em conhecer fica na Rua São Joaquim, 295.

hamburguer vegano

Foto @marciasandrine

Passeei pelo o bairro, mas não encontrei muita novidade: muitas lojas comercializavam a mesma coisa pelo o mesmo preço, as galerias (a exemplo da Sogo) com produtos de animes estavam vendendo figures das séries mais populares por preços altos (embora muitas tenham sido importadas da China mais baratas). Só comprei algumas besteirinhas (que mostrarei num vídeo que fiz no aeroporto).

Mas uma coisa eu notei: a Liberdade estava mais limpa, nada daquele monte de lixo que eu via pelo o chão nos outros anos de minha ida para Sampa ou o cheiro de gordura. Contudo tinha uma rua bem próxima do metrô que parecia que tinha um esgoto aberto, de tão pungente que era o odor. Foi nesse dia que os sintomas do resfriado tornaram-se mais fortes e precisei ficar de cama, o que me levou a cancelar a ida para a USP e outras atividades reservadas para os dias seguintes. Como dizem: o que é bom dura pouco!

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